sexta-feira, setembro 22, 2006
terça-feira, setembro 12, 2006
segunda-feira, junho 05, 2006
quinta-feira, maio 04, 2006
Lathring
quarta-feira, abril 26, 2006
quinta-feira, abril 20, 2006
A Senha Secreta
Technicolour II
quarta-feira, abril 19, 2006
Technicolour
Um dia, muito antes do mundo começar, no princípio do Tempo, quando a Luz estava a decidir quem deveria entrar no espectro cromático, o Amarelo estava em sarilhos porque o Verde não queria que ele fizesse parte do espectro, não se sabe bem porquê, talvez por alguma espécie de inveja primordial, mas o facto é que isto magoou imenso o Amarelo, que chorou lágrimas amarelas durante várias Eternidades. Ao saber disto, o Azul decidiu actuar e chamou o Verde para uma pequena conversa, fazendo-o ver que se ele e o Amarelo se juntassem, não que o quisessem fazer, mas podia acontecer, fariam eles próprios o seu Verde... Ora o Verde ouviu a conversa do Azul e percebeu o que ele queria dizer. Deixou então que o Amarelo entrasse no espectro. As coisas acabaram por se resolver a contento de todos: o Amarelo ficou com os limões e o Verde ficou com as limas. |
terça-feira, abril 18, 2006
Gravastar
We're all in the gutter... but some of us are looking up your arse... Mais palavras para quê? |
Touché
"You are a magnificent cunt", diz o Mayor de NYC a Jodie Foster, ao que ela sorri e agradece, enlevada... Grande frase, de um grande filme: Inside Man, a Spike Lee joint. |
terça-feira, abril 04, 2006
kuri-kuri
segunda-feira, abril 03, 2006
Fixão
"... e por entre os destroços de uma coisa finita, cinzenta, inconcebível e bifurcada, os braços estendidos de uma esperança metálica esbanjam o encantamento dourado de quem não tem, nem pode ter, nada mais a perder. Toda a vista em redor não assume mais que a existência. Estamos deitados sob o luar de uma visão de gelo e pele. Pass this on. A mensagem até é simples, nós é que já não conseguimos saber se, até que um dia... nada como será o fim e todas as coisas em redor de uma negra admissão de uma culpa que não nos pertence. Porque não podemos ir brincar lá para fora?" Charles Stuart, "The Slickest Metals", 2004 |
sexta-feira, março 31, 2006
Em segredo III
Esta noite
Já disse aqui e repito: não há nada mais fascinante do que má música de génios. É por isso que este álbum de Bowie me é tão querido: Tonight, 1985. Seguindo o grande sucesso de "Let's Dance" (1983), este foi o primeiro mau disco da até aí impecável produção de Bowie. E marcou o final de alguma coisa nele, porque a seguir a coisa deixou de correr bem... De qualquer modo, este é o disco de "Loving The Alien", no esplendor dos seus 7.09 minutos, e de "Blue Jean", dois clássicos absolutos na discografia do senhor. quinta-feira, março 30, 2006
quarta-feira, março 29, 2006
Em segredo I
... espuma...
Quero ser ar
Quero ser água
Quero ser espuma
Quero ser nada
Quero ser Amor
Quero ser Tudo
Quero ser Deus
... naturalmente.
terça-feira, março 28, 2006
The Second Coming
cool

Uma grande surpresa, um prazer recém-descoberto, um profundo gozo, assim é este album do saxofonista Praful, um disco que é dificilmente classificável, mas voga entre um lounge sofísticado e inteligente e um new-age sem tiques, para produzir um estimulante cocktail de sons e culturas. Continuo a afirmar que há muito poucad coisas que batam o prazer de uma descoberta musical inesperada.
V
Confesso que não estava à espera. Este não é o típico blockbuster de Verão para idade mental de 12 anos, com explosões e afins à velocidade da luz e do esquecimento. Quem estiver à espera de um "Matrix" feito em Inglaterra, vai ficar decepcionado. Este é um grande filme de acção, com um look poderoso, um cast acertado e uma história com terríveis e assustadoras resonâncias contemporâneas. Nada mau para os irmão Matrix. Só é pena que não tenham sido eles próprios a realizarem o filme, porque James McTeigue faz à maneira de..., mas sem nunca lá chegar, falhando, de certa forma, o golpe de asa que transportaria o filme para outra dimensão.sábado, março 25, 2006
perdoa

Quando ouvi a canção pela rimeira vez fiquei a saber que a teria que ouvir contigo, porque sim, porque era. E tudo graças a esta grande senhora e à sua música, às suas palavras. Primeiro foi o sorriso, depois o arrepio, a evidência, as lágrimas e a certeza. A minha vida era só melancolia Mereces o mundo...
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quinta-feira, março 23, 2006
Nordic flavour
Ha!
sexta-feira, março 03, 2006
quinta-feira, março 02, 2006
terça-feira, fevereiro 21, 2006
Need
segunda-feira, fevereiro 20, 2006
As excursões do Senhor Marquês para além do cumprimento do dever IV
Ending

quinta-feira, fevereiro 16, 2006
As excursões do Senhor Marquês para além do cumprimento do Dever III
terça-feira, fevereiro 14, 2006
Pan Nirvana
sexta-feira, fevereiro 10, 2006
Breathe
quinta-feira, fevereiro 09, 2006
Touring The Angel
segunda-feira, fevereiro 06, 2006
As excursões do Senhor Marquês para além do cumprimento do dever II
quinta-feira, fevereiro 02, 2006
quarta-feira, fevereiro 01, 2006
As excursões do Senhor Marquês para além do cumprimento do Dever
| Ouçam quando a música de dança e tudo à sua volta se apropria do resto de todas as músicas e se tranforma em algo de novo e maravilhoso. Ouçam, chama-se Whitey: The Light At The End Of The Tunnel Is A Train... |
VoX
As minhas vozes: Sylvian; Bowie; Annie Lennox; Alison Moyet; Maggie Reilly (sim, a do Mike Oldfield, Moonlight Shadow e tudo…); Jon Marsh (The Beloved); Beth Orton; Billie Holliday; Chet Baker; Dusty Springfield… Mas Sylvian… sempre me intrigou imenso saber o porquê do fascínio por ele, por aquela voz… mas falham-me sempre as palavras, ou são de menos, ou são de mais… Vou tentar: a voz de Sylvian acaricia-me a alma, titila-me partes do cérebro que eu não sabia que tinha, faz-me cócegas ao ouvido interno. Transporta-me. Para todo o lado e para lado nenhum. Como eu gosto. O importante é a viagem. Um chá de cerejas negras do Japão. Um entardecer no Rajastão. O toque da seda na pele. O absoluto. O Absoluto. My Darkest Dreaming. Assim. Pode ser? Sinto que poderia escrever para sempre e mesmo assim não conseguiria chegar lá. Por defeito, termino aqui, assim. Sylvian-Japan; Sylvian-Sakamoto; Sylvian-Nine Horses; Sylvian-Sylvian… Ms. Holliday porque traz na voz tudo do mundo. Essa não consigo mesmo lá chegar. O espanto é mudo. O espanto acontece de todas as vezes. E todas as vezes são a primeira vez. E não há nada como a primeira vez. Ms. Holliday. Penso que se pode dividir o mundo em duas metades: quem gosta de Nina Simone e quem gosta de Billie Holliday. Ok. Gosto da Nina Simone. Mas Billie Holliday não se compadece com apenas “gostar”, ela exige algo muito mais além, algo muito mais abrangente e abstracto, uma névoa indefinível… Porque aquela voz tem tudo no mundo lá dentro. |











































