quarta-feira, outubro 29, 2008
domingo, outubro 26, 2008
Charlie Zero Zero
Com o tempo aprendemos a conhecermo-nos. E essa presunção leva-nos a pensar que conseguimos controlar as nossas emoções, os nossos sentimentos, as nossas reacções a tudo e mais alguma coisa que se passa à nossa volta. Puro engano. Não controlamos nada. Absolutamente nada. Este fim-de-semana tem sido a prova viva disso mesmo. Cá dentro não mandamos, não decidimos, não controlamos. Limitamo-nos a ser atingidos por vagas após vagas de coisas que julgávamos há muito tempo debaixo do sólido jugo da razão. Não vale a pena, há coisas, pessoas, acontecimentos, sentimentos com que não conseguimos pura e simplesmente lidar, que escapam a qualquer tentativa de razão e crescem enormes, inescapáveis e se tornam parte da nossa carne. Até perdermos o equilíbrio e sermos tomados por uma espécie de náusea paralisante que depressa se torna absoluta. O incauto ainda pensará em convocar a Shirley Bassey de "The Greatest Performance of my Life", mas Dame Shirley não compareceu. Em vez dela, uma angústia, uma necessidade de fugir, de criar distância, rapidamente. Dentro do peito, um turbilhão de contradições avança descontrolado, sem dó nem piedade e obriga a horas perdidas de estrada, centenas de quilómetros nocturnos para atamancar uma solução que possa dar sentido a todo este desalinho. Apenas uma forma de poder respirar e manter a sanidade mental. E essa solução acaba por ser desistir, bater em retirada, abandonar a arena, afastar. Não quero saber. Não quero saber mais. Não quero saber mais porque temo o que faria se soubesse. Não me parece que fosse bonito o que daí sairia. O importante é pôr as coisas em perspectiva, separar o essencial do acessório. E o essencial é que "blood is thicker than water" e ponto final. Não há discussão. O resto não interessa. Por isso se acaba com o resto. De vez e em absoluto. Não quero saber, não quero ver, não existe. Não é uma solução brilhante mas, de momento, é o melhor que se consegue. Por enquanto. O tempo se encarregará de explicar tudo isto. Eu não consigo. Tonight, i'm a beautiful burnout. Over & out.
sábado, outubro 18, 2008
quarta-feira, outubro 08, 2008
Epifany
É uma espécie de libertação, uma sensação de complitude, de tarefa concluída. Nem sei de onde veio. Apareceu ontem vinda de lado nenhum e instalou-se. Uma coisa transformou-se em outra, mas como uma revolução de veludo, sem conflitos, sem dramas. Entrego-te ao mundo e apresto-me a ver-te ser tudo aquilo que podes ser. Quanto ao resto, não retiro nada do que senti e disse. Mas tenho para mim que este é o melhor caminho... Salvé!segunda-feira, outubro 06, 2008
E-mail.
Music by Pet Shop Boys
A Film by Bruce Weber
"... Send me an e-mail that says I love you..."
Persuasion
Gosto de te ouvir falar. Gosto de olhar para ti enquanto falas. Gosto de ter saudades de nunca ter sido assim. Gosto de sentir o teu cheiro. Gosto de tocar na tua pele. Gosto das promessas que os teus olhos encerram. Gosto quando sorris pelas pequenas coisas que, para mim, não passam de banalidades. Gosto da verdade do teu sorriso. Gosto da simplicidade da tua alma. Gosto de seres, em absoluto, uma pessoa boa. Gosto do que fazes para viveres como achas ser correcto. Gosto de gostar de ti. E sim, gosto...skin
The fire is burning and the radio's on
Somebody smiles and it means
"I love you" but sometimes we don't notice
when the dream has come true
You've got a home here
Call it what you want
You've got a home here
to return to when you can't
face the world and you need
some support to succeed
You've got a home
We all make a mess of our lives from time to time
It's pan of the process
that you stumble as you climb
And if you ever feel
the pain is far too big a deal
I say with pride
I'll be on your side
You've got a home here
Call it what you want
You've got a home here
You're gonna want it
when you can't face the world
and you need some support to succeed
You've got a home
quinta-feira, outubro 02, 2008
Pantufa
Ontem mandei uma mensagem de parabéns a um amigo. Um amigo bom, daqueles que nos dá orgulho ser nosso amigo. Daqueles que fazem de nós melhores pessoas. Um amigo como não tenho mais nenhum no mundo. Um amigo que é como se fosse mais uma parte de mim. Uma parte muito boa e pura e total de mim. A resposta à minha mensagem foi: Adoro-te! E sim, também te adoro. E tenho muita honra nisso. Para sempre. Uma vida vale a pena pelos amigos que se fazem, e tu fazes com que a minha faça sentido e valha a pena. Um enorme abraço, daqueles que só nós sabemos e compreendemos.
Subscrever:
Mensagens (Atom)













































